Informações indispensáveis sobre:

  • Câmara fria;
  • Walkin cooler;
  • Acessórios pertinentes.

Câmara fria para sorvete

Este artigo técnico sobre a Câmara Fria para Sorvete pretende elucidar as questões mais corriqueiras acerca deste produto, inclusive trazer um pouco de informações relativas ao seguimento de sorveteria.

 

A Associação Brasileira das Industrias de Sorvetes – ABIS, órgão de classe que envolve os fabricantes de sorvete no Brasil, afirma que o sorvete é um alimento rico em nutrientes, tais como proteínas, vitaminas A, B1, B2, B6, entre outras, além minerais essenciais, e que pode ser consumido em qualquer estação do ano.

Cones com sorvete de massa

Cumpre inicialmente conhecer um pouco da historia do sorvete no Brasil

 

Os moradores do Rio de Janeiro, no ano de 1834, foram os primeiros a provar este produto e que já era sucesso em boa parte do mundo. Nesta ocasião chegou ao porto um navio carregado de blocos de gelo, que seria utilizado para produzir sorvete. Os blocos de gelo foram cobertos com serragem e, estocados em locais subterrâneos por alguns meses.

 

Como naquele tempo ainda não havia a Câmara fria para sorvete, conforme esclarece o site Invivo da Fiocruz, existia um horário certo para consumi-lo, pelo fato deste produto descongelar rapidamente, então formavam-se longa filas defronte as sorveterias para degustar o gelado assim que ele era fabricado.

 

No ano de 1941 a fabricação de sorvetes no pais ganhou escala industrial, nesta época a U.S. Harkson do Brasil, que mais tarde passaria a chamar-se Kibon®, alugou os galpões e as Câmaras frias para sorvete, que devido a falência da sorveteria Gato Preto estavam disponíveis.

 

Com o passar do tempo o sorvete conquistou os brasileiros, de acordo com os dados da ABIS, no ano de 2016 consumimos 507 milhões de litros, algo em torno de 2,7 litros por habitante. Este ramo de negocio no Brasil é bastante promissor, pois em outros países a media per capita é de 26 litros por pessoa, ou seja, o mercado brasileiro de sorvetes ainda tem muito a crescer.

Sorvete armazenado em porta paletes na Camara fria para sorvete

A função da Câmara fria para sorvete na fabricação do produto

 

A fabricação do gelado de massa requer equipamentos específicos e destinados a este fim, entre eles podemos destacar a Câmara fria para sorvete, que é muito utilizada em duas etapas do processo, a saber:

 

  1. Câmara fria de endurecimento ou hardening, com temperatura de -25 a -28°C;
  2. Câmara fria de tempera ou tempering, com temperatura de -18°C.

 

O sorvete é obtido a partir da mistura de leite, açúcar, gordura, água, aromatizantes, estabilizantes e emulsificantes, que são os ingredientes básicos deste produto. Com estes componentes consegue-se uma calda, que em seguida é pasteurizada, homogeneizada e, por fim, congelada. Na etapa de congelamento, que acontece na maquina produtora de sorvete, a calda é agitada e resfriada rapidamente, incorporando ar a ela e desta maneira conseguindo um sorvete aerado, macio e leve.

 

Como vimos a maquina produtora adiciona ar a calda do sorvete, trata-se do overrun. Quando atingido o overrun ideal o sorvete é envasado e, imediatamente colocado na Câmara fria para sorvete destinada ao endurecimento, devendo lá permanecer por um tempo mínimo de 24 horas. No período de endurecimento a água livre restante no sorvete sera congelada e, de forma que não ocorra a formação de cristais longos de gelo.

 

O produto pronto sera estocado em Câmaras frias para sorvete próprias para a tempera, nelas o gelado aguardara ate o momento da entrega no ponto de venda.

 

Incremente a segurança operacional na Câmara fria para sorvete

 

Uma Câmara fria para sorvete, em sua versão básica, atendera a necessidade observada no processo de fabricação do produto, entretanto, seguindo o exemplo das industrias lideres na fabricação de sorvete, faz-se necessário assegurar a confiabilidade, seja de funcionamento, bem como a de uso diário.

 

Existem no mercado dispositivos próprios a Câmara fria para sorvete que estão aptos a cuidar do gelado armazenado e, inclusive garantir a segurança do operador, como segue:

 

  • Alarme telefônico de temperatura, ideal para alertar sobre uma pane de funcionamento, evitando prejuízos por conta da deterioração daquilo estocado;
  • Cortina termoplástica para câmara fria, desenvolvida para impedir a troca de ar com o exterior, conservando o frio no interior e reduzindo o tempo de trabalho do equipamento. Um menor tempo de funcionamento se traduz em economia de energia elétrica, além de estender a vida útil do equipamento;
  • Alarme de aprisionamento, sinaliza a existência de funcionários presos no interior da câmara fria, atende a exigência da norma NR 36 da ABNT.
Vista interna da Camara fria para sorvete

Estes acessórios destinados a Câmara fria para sorvete são de baixo custo se comparadas as vantagens que eles oferecem, mais especificamente o Alarme de aprisionamento, pois a falta dele pode ocasionar problemas junto a fiscalização trabalhista, seja pela lavratura de multa ou ate culminando na interdição da câmara fria.

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